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AS BARATAS E O MERCADO FINANCEIRO |
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Bom dia!
O CEO do banco JP Morgan, Jamie Dimon, alertou nesta semana para o risco de contaminação do mercado financeiro por baratas. Trata-se de uma metáfora, claro. Ele afirmou que, quando investidores encontram alguma empresa com problemas financeiros, é provável que existam também outras. Nunca é só uma barata, mas sim o indicativo de que há lixo acumulado em algum lugar.
O mercado financeiro ligou, então, o modo alerta principalmente para dívida de empresas. Não sem razão: dois bancos regionais dos Estados Unidos, cujo sistema financeiro é extremamente capilarizado, declaram estarem enfrentando problemas com empréstimos, em algo que pode ser ligado a fraudes.
O risco se espalha para outros mercados, inclusive o de ações, uma espécie de instrumento de defesa. Nisso, os futuros das bolsas americanas começam o dia em queda acentuada e vão arrastando os demais mercados. O Brasil não deve escapar do peso do exterior: o EWZ, fundo que representa ações brasileiras nos EUA, recua 1,44% no pré-mercado.
Isso em um dia fraco de notícias no campo econômico. Os EUA seguem sob shutdown, enquanto encerram-se as reuniões do FMI e do Banco Mundial em Washington. Na Europa, o destaque foi a inflação da zona do euro, que subiu a 2,2% ao ano, ainda próxima da meta de 2% do Banco Central Europeu. Bons negócios.
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 | | | Futuros S&P 500: -1,06% Futuros Nasdaq: -1,27% Futuros Dow Jones: -0,77% *às 7h22 |
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 | | | Balanço, antes da abertura: American Express Trump se reúne com Zelensky EUA: Reuniões anuais do FMI e Banco Mundial 6h: Zona do euro divulga CPI final de setembro 11h: STF julga desoneração da folha de pagamento 13h15: Alberto Musalem (Fed/St. Louis) participa de evento do IFF |
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 | | | Índice europeu (Euro Stoxx 50): -1,31% Londres (FTSE 100): -1,29% Frankfurt (Dax): -2,00% Paris (CAC): -0,61% *às 7h23 |
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 | | | Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): -2,26% Hong Kong (Hang Seng): -2,48% Bolsa de Tóquio (Nikkei): -1,44% |
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 | | | Brent*: -1,13%, a US$ 60,37 o barril Minério de ferro: -0,19%, a US$ 108,18 na bolsa de Dalian, na China às 7h24 |
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 | | | A EXPLOSÃO DO CRÉDITO PRIVADO |
| O mercado de dívida privada disparou no Brasil e na América Latina nos últimos anos, chegando a US$ 15 bilhões. Ainda assim, as empresas continuam a se financiar majoritariamente com bancos, de acordo com a Moody's. Leia aqui. |
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