Bom dia!
Mesmo que a agenda econômica contasse com a divulgação de dados relevantes, é difícil imaginar alguma notícia que seja capaz de se sobrepor à escalada retórica entre Estados Unidos e Irã. Trump prometeu 'explodir tudo' caso não haja acordo até as 21h desta terça-feira (no horário de Brasília). Esse é o quarto 'ultimato' do presidente americano para a reabertura do Estreito de Ormuz.
O noticiário internacional aponta para avanços nas negociações, mas que nem de perto parecem ocorrer no ritmo necessário para uma conclusão até o fim do dia. E, apesar do clima de incerteza, os futuros americanos começam a terça-feira em alta. O EWZ acompanha a alta em Wall Street e avança 0,50% no pré-mercado.
Enquanto isso, o petróleo registra alta depois do ataque israelense a uma petroquímica no Irã. O Brasil anunciou uma série de medidas para compensar a alta nos preços dos combustíveis.
Investidores têm tentado abrir espaço para outras notícias, mas sem sinal de perspectiva positiva. O CEO do JP Morgan, Jamie Dimon, escreveu nesta segunda, em sua carta a investidores, que há um aumento de riscos, com a possibilidade de retomada da inflação, a elevação da dívida global e fragilidade do mercado de crédito privado, uma tecla na qual ele tem batido desde o ano passado. Com a persistente alta das ações, parece que Wall Street se recusa a ouvir os alertas. Bons negócios.
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