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| | | | | O Ibovespa opera em queda nesta quinta-feira (2), pressionado pelo aumento das tensões no Oriente Médio após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O movimento reacendeu o temor de uma onda inflacionária global, impulsionada pela alta do petróleo. Por volta das 12h00, o principal índice da Bolsa brasileira recuava 0,58%, aos 186.860 pontos, enquanto o dólar tinha queda, cotado a R$ 5,14. O mercado segue em alerta com a possibilidade de que a escalada do conflito leve bancos centrais a retomarem o ciclo de alta de juros. O petróleo chegou a subir mais de 7% no dia, negocado a US$ 108 por barril do tipo Brent. | | |
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| | | O governo prepara um novo programa de renegociação de dívidas voltado a modalidades como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com descontos de até 80%. A proposta, ainda em discussão com bancos e fintechs, prevê que o valor restante seja refinanciado com novas condições, possivelmente com alguma garantia pública. A iniciativa diante do avanço do endividamento das famílias: a inadimplência chegou a 5,2% em fevereiro, segundo o Banco Central, enquanto o comprometimento da renda atingiu 29,3% | | | | |
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| | | No programa Mercado, apresentado por Veruska Donato de segunda a sexta-feira, o destaque é o efeito das tensões geopolíticas na economia. No exterior, o recrudescimento do conflito Estados Unidos-Irã elevou o petróleo acima de US$ 110, aumentando preocupações inflacionárias. No Brasil, o governo sinalizou intervenção nos preços do gás de cozinha e cautela no repasse das altas internacionais de preços de combustíveis, mas o reajuste de 55% no custo do querosene de aviação por parte da Petrobras deve pressionar as passagens aéreas.
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| | | A produção industrial brasileira cresceu 0,9% em fevereiro na comparação com janeiro, marcando o segundo mês seguido de alta e acumulando avanço de 3% no início de 2026, segundo dados do IBGE. O movimento indica uma recuperação após as quedas no fim de 2025, impulsionada pela recomposição de estoques e avanço mais disseminado entre setores. Mas o cenário ainda é desafiador. Na comparação anual com fevereiro de 2025, a indústria recuou 0,7%, pressionada por uma base de comparação elevada e menos dias úteis. No acumulado do ano, o setor ainda registra leve queda de 0,2%. | | | | |
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