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| | | | | A bolsa brasileira sbriu em alta nesta quarta-feira 1, acompanhando o avanço das bolsas internacionais pelo segundo dia seguido, em meio à expectativa de redução das tensões no Oriente Médio. Por volta do meio-dia, o Ibovespa estava em 188.054 pontos, com 0,32% de elevação, e o dólar era negociado a 5,15 reais. Entre os destaques, ações do Banco do Brasil subindo 1,57%, seguidas pelos títulos do Santander (1,24%), Bradesco (1,20%) e Itaú (1,07%). No exterior, declarações de Donald Trump sobre um possível fim da guerra sustentaram o movimento. O petróleo Brent chegou a operar abaixo de 100 dólares por barril nas primeiras horas do dia e, por volta do meio-dia, era negociado perto de 101 dólares.
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| | | O Banco Regional de Brasília apresentou um plano para reforçar seu capital até o fim de maio, após adiar, mais uma vez, a divulgação do balanço de 2025. A estratégia inclui empréstimo de 4 bilhões de reais do Fundo Garantidor de Crédito, captação com bancos, venda de ativos e criação de um fundo imobiliário. O movimento ocorre em meio a um rombo estimado em 12 bilhões de reais, ligado à compra de carteiras do Banco Master. O Banco Central estabeleceu agosto como prazo final para a solução, enquanto o mercado avalia que uma capitalização tende a ser menos custosa do que uma eventual liquidação da instituição. | | | | |
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GUERRA, ESTATAIS E EMPREGO |
| | No programa Mercado, apresentado por Veruska Donato de segunda a sexta-feira, o destaque é o cenário externo, com declarações de Donald Trump indicando que a guerra com o Irã pode terminar em breve. A sinalização trouxe alívio aos mercados, com alta nas bolsas e recuo do preço do petróleo, apesar de alertas sobre impacto na oferta global nas próximas semanas. No Brasil, o programa destaca o déficit de 568 milhões de reais das estatais em fevereiro, o pior em 11 anos, além de dados de emprego, com criação de 255 mil vagas formais, e o avanço do endividamento das famílias, com cerca de 82 milhões de inadimplentes. O caso do BRB também segue no radar, após o banco apresentar um plano de capitalização em meio ao atraso na divulgação do balanço. .
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CRÉDITOS TRABALHISTAS AVANÇAM |
| | O mercado de cessão de créditos trabalhistas cresce no Brasil, com a BT Créditos registrando alta de 60% e ampliando de 450 para 720 o número de advogados e escritórios parceiros. A empresa já ultrapassou 1 bilhão de reais injetados na economia com a antecipação de mais de 11 mil casos. Prevista no Código Civil, a cessão permite ao trabalhador antecipar valores já reconhecidos judicialmente, ao transferir o direito de recebimento. O modelo tem ganhado espaço como ferramenta de liquidez e reorganização de caixa para escritórios de advocacia.
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