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| | | | | O Ibovespa opera perto da estabilidade nesta sexta-feira, repercutindo dados fiscais que mostram alta da relação dívida/PIB e pela reação negativa ao balanço do Bradesco. O Balanço Macrofiscal, divulgado hoje pelo governo, projeta crescimento do PIB de 2,3% em 2026, com inflação em queda e ajuste fiscal em curso, mas a dívida bruta fechou 2025 em 78,7% do PIB, acendendo alertas no mercado. O dólar recua para 5,22 reais, refletindo o fluxo externo ainda favorável a emergentes. | | |
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FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO |
| | O CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, afirmou que a contribuição do banco para recompor o Fundo Garantidor de Crédito, após as indenizações pagas aos clientes do extinto Banco Master, não terá impacto no balanço da companhia. "No entanto, ela terá um custo no carregamento, pois você perde o ganho que teria com o float", disse o executivo em coletiva. Em linhas gerais, o float é o dinheiro que o banco mantém em caixa e que fica rendendo juros. Parte desses recursos, que poderiam gerar renda para a companhia, deverão ser utilizados para recompor o FGC. | | | | |
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| | | O Banco de Brasília (BRB) deve entregar ao Banco Central nesta sexta-feira um plano de ação para fortalecer seu balanço em pelo menos 5 bilhões de reais, um movimento que se tornou urgente depois de uma sequência de operações que levantou dúvidas sobre a qualidade de seus ativos. A meta é reduzir o risco associado ao patrimônio do banco e assegurar que os indicadores de solvência permaneçam dentro dos padrões exigidos pelo regulador. | | | | |
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| | | O governo planeja enviar ao Congresso, após o Carnaval, um projeto com urgência constitucional para extinguir a escala 6x1, hoje alvo de múltiplas propostas no Legislativo. A estratégia para reduzir resistências inclui cortar a jornada semanal de 44 para 40 horas, em vez de adotar a escala 4x3. Seus defensores argumentam que a mudança é uma questão de dignidade e saúde do trabalhador. O tema já mobiliza forte debate entre empresários, governo e parlamentares. | | |
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