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| | | | | O Ibovespa opera próximo da estabilidade, aos 164 mil pontos, à espera dos dados de inflação dos Estados Unidos medidos pelo PCE, indicador-chave para as decisões do Federal Reserve. Sem grandes eventos na agenda doméstica, investidores mantêm ajuste conservador de posições, reduzindo o viés de tendência no pregão.A leitura dos dados deve balizar expectativas sobre cortes de juros nos Estados Unidos em 2026. O dólar também é negociado próximo da estabilidade, a R$ 5,33. | | |
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| | | A reportagem de capa de VEJA desta semana discute a aparente contradição sobre o pleno emprego no Brasil: enquanto a taxa oficial de desemprego cai ao menor nível da série, segue grande o contingente de trabalhadores subutilizados e daqueles que sobrevivem apenas com programas sociais. A metodologia usada pelo IBGE acaba escondendo situações como subemprego, e a queda na força de trabalho. Especialistas apontam que a combinação de bicos com benefícios sociais distorce a taxa de desocupação. A reportagem mostra como o quadro real é mais complexo do que sugere a narrativa oficial. | | | | |
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| | | O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que qualquer apoio financeiro aos Correios só será avaliado após a aprovação de um plano de recuperação da estatal, evitando liberar recursos antes de saber que medidas formais serão adotadas para reverter o cenário. A empresa acumula prejuízo de R$ 6 bilhões de janeiro a setembro. Segundo o ministro, não haverá aporte, empréstimo ou aval sem o plano definido. Haddad admite possibilidade de aporte, desde que dentro do arcabouço fiscal. | | | | | | | | A desaceleração do PIB e o comportamento da bolsa são assunto da edição de hoje do programa Mercado, apresentado por Veruska Donato. Com a economia esfriando de forma "organizada", o mercado aposta em juros menores já em janeiro. O boletim Focus capturou esse movimento, com projeção de Selic em 14,75% já no início do ano. De fora, sinais de alívio nos Estados Unidos reforçaram o apetite por risco — e a B3 surfou a onda na semana. | | |
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