As notícias de mais relevantes para o início do seu dia, diretamente da redação de VEJA NEGÓCIOS. Acesse também o grupo oficial no WhatsApp clicando neste link. |
|
|---|
|
|
| | | | | O Ibovespa, principal índice da B3, sobe em forte alta nesta quinta-feira, 8, superando os 135 mil pontos. O ânimo veio com a sinalização do presidente americano, Donald Trump, de um acordo com o Reino Unido, o primeiro desde o anúncio de sua política tarifária. Em sua rede social, a Truth, Trump escreveu que "muitos outros virão", gerando um alívio nos mercados globais. O dólar cedia e era negociado a 5,68 ao meio dia, um dia após as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. Por aqui, o Copom elevou a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, enquanto o Fomc manteve os juros inalterados. | | |
|
|
|---|
|
| | | | | O repórter Diego Gimenes entrevistou Drausio Giacomelli, estrategista-chefe para mercados emergentes do Deutsche Bank, para o programa VEJA Mercado desta quinta-feira. O especialista afirmou que é precoce falar em cortes de juros no Brasil e que a Selic deve se manter elevada por tempo prolongado. Ele analisa ainda a percepção de estrangeiros sobre Brasil e Argentina e diz que "virou moda criticar presidente do Banco Central", se referindo às críticas de Donald Trump a Jerome Powell.O programa é transmitido no streaming VEJA+ e no canal de VEJA no YouTube. | | | | | ATIVOS DE PROTEÇÃO |  | Na nova edição do programa VEJA Seu Bolso da semana, a editora Juliana Machado recebe Guilherme Cadonhotto, da plataforma de conteúdo Finclass, para indicar quatro ações que precisam estar na carteira do investidor em tempos de guerra comercial. Para a maioria dos investidores, buscar ativos defensivos é a melhor alternativa, como a tradicional renda fixa, com seus ganhos predefinidos. Mas os investidores que estão – ou que deveriam estar – na bolsa de valores ainda encontram ações que constituem boas oportunidades em meio ao maremoto global. | | | | | ABERTO AO DIÁLOGO |  | O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que ainda não conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. "Se, como representante do Estado americano, Trump quiser falar com o Lula, representante do Estado brasileiro, eu conversarei com ele calmamente", disse à revista The New Yorker. Na reportagem, Lula critica os Estados Unidos por serem "o país que mais trava guerras e o que mais fala sobre democracia e paz", e compara as declarações de Trump às de líderes anarquistas na Itália e no Brasil no início do século passado. | | | | |
|
|
|---|
|
| | |
| | |
|
| | | |
| | |
|
|
|---|
|
Este e-mail foi enviado para você pela VEJA NEGÓCIOS. Para garantir o recebimento correto em sua caixa de entrada, por favor adicione o nosso e-mail, veja@abrilmultimidia.com.br, ao seu catálogo de endereços. Veja nossa Política de Privacidade. |
| | |
|
|
|---|
|
|
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário