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| | | | | O Ibovespa, principal índice da B3, opera em leve baixa nesta quarta-feira, 7, em meio à cautela dos investidores à espera das decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. O dólar avança, cotado a R$ 5,74, diante do aumento da demanda por ativos de proteção, no cenário de incerteza sobre os próximos passos do Federal Reserve — especialmente quanto ao tom do comunicado que acompanhará a decisão. Os holofotes também se voltam para uma abertura de negociações comerciais entre China e Estados Unidos, prevista para começar neste fim de semana. | | |
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| | | | | O repórter Diego Gimenes entrevistou Luis Otávio Leal, sócio e economista-chefe da gestora G5 Partners, para o programa VEJA Mercado. O especialista afirmou que o Fed está em situação delicada e que o histórico de Jerome Powell indica que a instituição pode não cortar os juros tão cedo. A saída de capital dos Estados Unidos para economias emergentes e a possível frustração do mercado com o resultado da reunião do Copom desta quarta-feira também são assuntos da entrevista. O programa é transmitido no streaming VEJA+ e no canal de VEJA no YouTube. | | | | | VEJA S/A |  | José Marcelo de Oliveira, presidente do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, é o convidado do programa VEJA S/A desta semana. Em entrevista ao repórter Diego Gimenes, ele afirma que os retrocessos na vacinação em massa já afetam a saúde pública brasileira. O executivo fala ainda sobre os avanços e os problemas da telemedicina no país e os investimentos de 110 milhões de reais do hospital depois do encerramento das operações na unidade Vergueiro e uma "mudança no perfil de atuação". | | | | | A INDÚSTRIA CRESCE |  | A produção industrial brasileira avançou 1,2% em março de 2025, na comparação com fevereiro, marcando o melhor resultado mensal desde junho de 2024 (quando cresceu 4,3% ----- É ISSO?), segundo a Pesquisa Industrial Mensal do IBGE. A indústria vinha praticamente estagnada desde janeiro, quando cresceu 0,1%, e havia ficado no zero a zero em fevereiro. O resultado foi puxado por setores como derivados do petróleo, mineração, farmacêuticos e veículos. Na comparação com março de 2024, a alta foi de 3,1%, o décimo resultado positivo seguido nessa base de comparação. No acumulado do ano, o crescimento é de 1,9%, e no acumulado de 12 meses, de 3,1%. | | | | |
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