Bom dia!
Não foi tão difícil quanto parecia. No final de semana, Estados Unidos e China se encontraram na Suíça para negociar novos termos para a Guerra Comercial desencadeada por Donald Trump. E os resultados foram expressivos.
Em um comunicado divulgado nesta manhã, os países praticamente voltaram ao ponto inicial da disputa. As alíquotas que os EUA impuseram sobre a China devem ser reduzidas para 30%, enquanto a China reduzirá a sobretaxa de 125% para 10%. As alíquotas de mais de 100% foram classificadas pelo próprio secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, como um embargo comercial.
Como a volta à normalidade, as bolsas globais disparam. Nos EUA, os futuros do S&P 500 sobem 2,8%, enquanto o Nasdaq escala mais de 3%. A tendência positiva também é vista na Europa. No universo das commodities, o petróleo recuperou o patamar de US$ 65 por barril, com a percepção de que a retomada do comércio manterá a demanda pelo produto.
O Brasil se beneficia do clima otimista, e o EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Wall Street, ganha 1,60% no pré-mercado, apontando para uma valorização do Ibovespa.
De qualquer forma, ainda é esperada uma entrevista à imprensa na Casa Branca para detalhar o resultado da negociação. Não só isso: o acordo é temporário. E, vindo do governo Trump, é difícil prever se esse é um dos temporários que vão sendo prorrogados indefinidamente – ou se o caos voltará a pairar sobre o planeta.
Para além do cenário internacional, a bolsa brasileira terá um dia de expectativas. A agenda de divulgação de resultados das empresas é pesada, com destaques para Petrobras e Natura, após o fechamento do mercado. Bons negócios.
Nenhum comentário:
Postar um comentário