Bom dia!
Há coisa de um mês, as bolsas americanas estavam em bear market – quando a queda em relação ao pico recente supera os 20%. E, agora, o S&P 500 está de volta ao terreno positivo (+0,08% no ano) e apenas 4,3% abaixo de sua máxima histórica, atingida em 19 de fevereiro.
É difícil imaginar um exemplo tão ilustrativo de quão voláteis os mercados financeiros podem ser. E, neste caso, dada a bagunça comercial de Donald Trump, fica difícil dizer que não havia motivos para isso.
Mas justamente pela alta volatilidade recente, a solução temporária para a guerra comercial parece deixar investidores receosos em voltar à normalidade. Novos dados, como a inflação divulgada na terça-feira, continuam sendo lidos sob a luz da ferida ainda aberta. Ainda mais difícil, então, é negociar quando não há um indicador relevante para basear as apostas.
Nesta quarta, os futuros americanos operam no negativo, mas muito perto da estabilidade. Na Europa, a queda é um pouco mais acentuada.
Já o EWZ, fundo que representa a bolsa brasileira em Nova York, é cotado em baixa de 0,26%. Na véspera, o Ibovespa renovou o seu recorde nominal, ao fechar cotado a 138.963 pontos. Após máximas históricas, sempre cresce a chance de realização de lucros.
Por aqui, a agenda também é fraca, com destaque para a pesquisa mensal de serviços, que será divulgada pelo IBGE logo mais, às 9h. Bons negócios.
Nenhum comentário:
Postar um comentário