Bom dia!
Os mercados financeiros globais recuam nesta terça-feira, menos por receio de que o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã seja interrompido e mais por um ajuste do excesso de euforia da véspera. A queda dos futuros americanos é relativamente modesta ante a disparada de mais de 2% registrada na quarta. O petróleo também volta a subir, mas se mantém ainda abaixo dos US$ 100 por barril.
A agenda econômica pode recobrar seu espaço com a divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos. O país divulga o PCE, indicador de referência usado pelo Fed para decidir a taxa de juros. Os dados ainda são relativos a fevereiro – ou seja, não capturam os efeitos da alta dos combustíveis causada pela guerra. Há também a divulgação semanal dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA e a última leitura do PIB do quarto trimestre.
No Brasil, a agenda doméstica é fraca. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, começa o dia perto da estabilidade (-0,03%), isso apesar do recorde do Ibovespa na véspera, que fechou acima dos 192 mil pontos.
O fato é que investidores gostariam de se desconectar do noticiário bélico, mas essa deve ser uma tarefa complexa, já que não há consenso nem sobre os termos do acordo de trégua, colocando em xeque até a reabertura do Estreito de Ormuz, que parece ser a maior preocupação de curto prazo. Bons negócios.
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