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A ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy pediu demissão ao prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, da Secretaria Municipal de Relações Internacionais. Os dois fizeram uma reunião de emergência depois de a secretária aceitar ser vice na chapa do deputado federal Guilherme Boulos, pré-candidato à prefeitura paulistana e principal rival de Nunes no pleito. A decisão foi tomada após Marta se reunir com Lula no Planalto para tratar do assunto. A divulgação do encontro irritou Nunes, que ficou sabendo do convite para integrar a chapa adversária pela imprensa. Na carta de demissão, ela citou 'nova conjuntura' como uma das justificativas. |
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Autor do projeto de lei que estende por mais quatro anos a política de desoneração da folha de pagamentos, o senador Efraim Filho disse, em entrevista a VEJA, que os líderes da Casa pediram, em reunião com Rodrigo Pacheco, a devolução da MP da reoneração, editada pelo governo no fim de 2023. Segundo ele, houve o entendimento de que a MP era uma tentativa do Executivo de fazer uma 'derrubada da derrubada' do veto. Pacheco, por sua vez, disse que só deve tomar uma decisão após se reunir com Fernando Haddad. Além disso, o chefe do Senado deve propor ao ministro da Fazenda corte de gastos para compensar a desoneração. |
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O presidente do Superior Tribunal Militar, Joseli Camelo, afirmou ao colunista Matheus Leitão que qualquer oficial militar condenado por mais de dois anos por envolvimento no 8 de Janeiro será julgado também no STM. De acordo com o brigadeiro da Força Aérea Brasileira, esses militares de alta patente serão enquadrados por indignidade ao oficialato. O STM, porém, não julgará crimes pelos quais eles forem sentenciados na Justiça Federal, mas apenas o comportamento dos oficiais que podem ser considerados indignos à farda do Exército, Marinha ou Aeronáutica. |
CASO DAS METRALHADORAS ROUBADAS |
Após três meses de investigação, o Exército aplicou punições administrativas a 38 militares no âmbito das investigações sobre o roubo de metralhadoras do Arsenal de Guerra de São Paulo, em Barueri, em outubro de 2023. Os oficiais foram condenados a prisão disciplinar de um a vinte dias, variando de acordo com a patente. Em nota, o Comando Militar do Sudeste afirmou que os detidos não tiveram participação direta no roubo, mas foram responsáveis por 'falhas nos procedimentos' que contribuíram para a ocorrência do caso. A apuração do roubo, inicialmente prevista para terminar em dezembro, foi prorrogada pela Justiça Militar até 17 de janeiro. |
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