quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Resumo VEJA: Política

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CASO 'DAMA DO TRÁFICO'
 
Integrantes do governo saíram em defesa de Flávio Dino, criticado por políticos da oposição por causa da visita da mulher de um líder do Comando Vermelho ao Ministério da Justiça, onde se reuniu com auxiliares da pasta. As passagens de Luciane Barbosa, que integra uma ONG, foram custeadas pelo governo. Lula disse que o ministro é alvo de 'ataques artificialmente plantados' e reiterou que Dino não se encontrou a esposa do traficante. Já o ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, declarou que a exploração do caso é uma tentativa de 'fabricar escândalos' vinda da 'extrema direita'.
 
RESISTÊNCIA PETISTA
 
A meta fiscal de déficit zero em 2024 defendida pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enfrenta resistência até do PT dentro do Congresso. O deputado federal Lindbergh Farias apresentou duas emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias propondo a alteração da meta, uma delas para déficit de 0,75% e outra para déficit de 1%. O parlamentar diz que 'não há razão para manter uma previsão irreal de déficit zero'. O relator da LDO deve indicar na semana que vem quais emendas pretende acolher no texto.
 
OBRAS PARA 2024
 
A menos de um ano para as eleições municipais, 96% das prefeituras encaminharam ao governo propostas para a realização de obras em áreas estratégicas como educação, saneamento, saúde e assistência social. Segundo o Planalto, o programa Novo PAC Seleções recebeu 35.213 projetos de obras, que vieram de 5.344 municípios. Pedidos para construção de unidades básicas de saúde e aquisição de veículos para o transporte escolar lideram a lista de pedidos. Leia aqui a relação completa.
 
OPERAÇÃO EM GAZA
 
Tropas israelenses realizaram uma operação no maior hospital da Faixa de Gaza e afirmaram ter encontrado armas e 'infraestrutura terrorista'. Israel acusa o Hamas de usar o local como um quartel-general. O Escritório para Assuntos Humanitários da ONU se disse 'horrorizado' com a ação no complexo e frisou que a proteção de pacientes 'deve ter precedência sobre outras questões'. Enquanto isso, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução que pede pausas humanitárias estendidas na guerra. EUA, Rússia e Reino Unido se abstiveram. O embaixador de Israel nas Nações Unidas afirmou que a resolução é 'desconectada da realidade'.
 
 
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