Violência policial tem cor. Em 8 estados brasileiros do norte, nordeste e sudeste (Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, São Paulo e Rio de Janeiro), uma pessoa negra morreu pelas mãos da polícia a cada quatro horas em 2022. Dados obtidos pela Rede de Observatórios da Segurança revelam o registro de 4.219 mortes em operações policiais, sendo que entre os 3.171 registros que informaram a raça e cor da vítima, 2.770 pessoas eram negras. Para a cientista social Silvia Ramos, coordenadora da Rede, o estudo ressalta a "estrutura violenta e racista" na atuação dos agentes policiais, sem apontar qualquer perspectiva de mudança. Na Bahia, estado de maior violência, foram 1.121 vítimas negras em 2022; no Rio, os agentes de segurança mataram 1.042 negros em 12 meses. Veja o ranking da letalidade em cada estado. Banco de dados do crime. Reportagem exclusiva do UOL revela que a FAB (Força Aérea Brasileira) cataloga os voos ilegais que cruzam as fronteiras da Amazônia, mas não compartilha as informações com órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público, responsáveis por investigar o crime organizado na região. Os voos ilegais servem a crimes ambientais (garimpo ilegal nos rios, por exemplo), tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, relataram policiais e procuradores. Segundo a FAB, os voos são monitorados apenas para uso interno, em apoio a "atividades de inteligência e ações de policiamento do espaço aéreo, que podem ocorrer em operações conjuntas e interagências". Leia aqui. Fernando Diniz vai inventar no ataque. A seleção brasileira de futebol que enfrenta a invicta Colômbia hoje (16), às 21h, em Barranquilla amargou uma derrota e um empate nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2026. O técnico Fernando Diniz aposta em quatro atacantes sem posição definida e o jovem Endrick no banco. Leia aqui. Na próxima terça (21), o duelo será ainda mais duro, contra a Argentina. Pelo menos será no Maracanã, partida com ingressos se esgotando rapidamente. Taylor Swift em 6 shows. Os músicos, bailarinos e técnicos de Taylor Swift aproveitam as dezenas de garrafas de vinho e champanhe que a cantora exige no camarim. Na chegada ao Brasil, a equipe se permitiu curtir o Rio como os turistas fazem antes da turnê The Eras Tour começar. Serão três shows no Rio, de 17 a 19 de novembro, e mais três em São Paulo, de 24 a 26 de novembro. Splash preparou uma lista de músicas de cada álbum da artista, começando com Shoud´ve Said No e You Belong With Me, ambas sobre adolescentes apaixonadas por meninos da escola. Veja fotos dos itens do pacote VIP. Las Vegas atrai fãs de F1 e do casamento. O GP noturno de Las Vegas (EUA), cujos treinos começam na madrugada de amanhã (17), se torna desafiador por vários motivos. Julianne Cerasoli escreve em Pole Position que o frio será um elemento importante na pista que percorre os pontos turísticos da "cidade das luzes", já com o inverno se aproximando no hemisfério norte. "Como a variação de temperatura no deserto é grande, os termômetros não devem passar dos 10 graus. Isso gera desafios para os carros e, principalmente, pneus". Veja os horários e curiosidades sobre a história da Fórmula 1 em Las Vegas, cidade dos cassinos e também casamenteira. Novo Jogos Vorazes segura a onda. Lançados na correria, em quatro anos, os quatro filmes de Jogos Vorazes tinham um trunfo: o talento em construção de Jennifer Lawrence. A atriz dava entrevistas divertidas, zoando de si e de todos, e já havia sido indicada ao Oscar por Inverno da Alma. Agora em A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, é a presença de Viola Davis que faz valer o ingresso, somando-se ao elenco luminoso que já teve Donald Sutherland (o vilão original), Stanley Tucci, Lenny Kravitz, Julianne Moore, Jeffrey Wright e Philip Seymour Hoffman, que se matou de overdose em 2014. Na origem, os livros de Suzanne Collins que inspiram a franquia retratam o desespero da fome num lugar (como tantos) que oferece seus jovens em sacrifício. Neste filme, Lucy (Rachel Zegler) é uma artista jogada no campo da morte, treinada por Coriolanus Snow (Tom Blyth). "Lucy Gray não poderia ser mais diferente de Katniss Everdeen, não cabe a ela o papel de libertadora de uma nação opressora. Tudo que ela busca é sobreviver aos jogos e cantar", escreve Roberto Sadovski. Leia as críticas em Splash e Tangerina. |
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