Alívio e emoção na pista. Foi a primeira vez que o presidente Lula recebeu pessoalmente, na Base Aérea de Brasília, os brasileiros resgatados em voos da FAB, que chegam em fuga da guerra no Oriente Médio. Na noite de segunda (13), Lula afirmou que o governo vai fazer todo esforço ao alcance da diplomacia para trazer os brasileiros e seus familiares que ainda estão na região dos bombardeios entre Israel e o Hamas. "Enquanto tiver lista e a possibilidade da gente tirar uma pessoa, mesmo que seja uma só pessoa na Faixa de Gaza, a gente vai estar à disposição para mandar buscar as pessoas. Nós não vamos deixar nenhum brasileiro ficar lá.Hoje é um dia de alegria para o Brasil." Leia aqui. Chegaram! O grupo com 22 brasileiros e dez palestinos resgatados da guerra na Faixa de Gaza desembarcou em Brasília na noite de segunda (13). Eles foram recebidos pelo presidente Lula, ministros e militares. Das 17 crianças, duas estavam com quadro de desnutrição, e foram atendidas. A comoção era geral, depois de tantos dias de ceticismo e duras negociações para que mais uma repatriação de brasileiros em voo da FAB (Força Aérea Brasileira) finalmente acontecesse. "A gente chegou a pensar que não iríamos mais conseguir sair de lá, que iríamos todos morrer e ninguém vai saber da gente", disse Shahed Al-Banna, brasileira que morou em São Paulo e foi para a Palestina a fim de cuidar da mãe, que teve câncer. Leia aqui. Traficante com crachá de visitante. "O crime organizado está infiltrado em várias instâncias, inclusive no Estado", afirmou na segunda (13) Reinaldo Azevedo no programa Olha Aqui! O colunista se referia a um episódio que provocou grande constrangimento, a revelação, pelo Estado de S.Paulo, de que a esposa de um líder condenado e preso do tráfico, Luciane Farias, foi recebida no Ministério da Justiça por diretores e secretários da pasta. O susto foi tão grande que as regras para ingresso de visitantes no ministério já estavam mudando no começo da noite. Veja quem é o 'Tio Patinhas' do crime, casado com Luciane Farias. Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, também comentou o caso: "Temos que nos preocupar com a questão do crime organizado como tal. De alguma forma, ele encontrou meios e formas de se situar na sociedade brasileira. Tem se falado muito, por exemplo, da mistura que há entre o crime organizado e a política". Leia aqui. Assalto à mão armada em alto mar. Os criminosos agora roubam de motos aquáticas, e deixam as vítimas abandonadas, boiando, pedindo socorro para não se afogarem. O turista está lá, descansando sobre as ondas, achando-se protegido dos batedores de carteira na calçada, e não está seguro. No litoral de São Paulo, a Polícia Civil investiga a quadrilha dos piratas do PCC, que fez ao menos seis ataques a bordo de motos aquáticas. O mar compõe grande parte do planeta e vira cenário para diversos tipos de crime: tráfico de drogas, de armas, contrabando, infrações ao meio ambiente, morte de animais. O tráfico de escravos (escravizar é crime) vindos da África começou pelos oceanos. O mar também é rota de fuga de criminosos. Cotas nas universidades recebem os quilombolas. A Lei de Cotas é uma política afirmativa, que reserva vagas em universidades e institutos federais para estudantes vindos da escola pública, contemplando grupos de baixa renda, negros, indígenas e pessoas com deficiência. O presidente Lula sancionou na segunda (13) a lei que atualiza o sistema de cotas, após mudanças aprovadas pelo Congresso, como a inclusão de estudantes quilombolas na reserva de vagas em universidades federais. Estas ações agora valem por mais 10 anos, até 2033. As cotas começaram a valer no país em 2012, sob intenso debate, citando um projeto de reparação de danos históricos, e se ampliaram para vagas no serviço público e também na iniciativa privada. Veja as principais mudanças. Mutirão de fossas ecológicas recria o saneamento básico. Após mapeamento da área e orientações que receberam de pesquisadores da UFPR (Universidade Federal do Paraná), mais de mil famílias da Ocupação Nova Esperança instalaram fossas ecológicas em suas casas. O buraco no terreno é revestido com cimento, pneus, pedras, areia, também leva mudas de bananeira, e funciona como uma câmara de fermentação que trata o esgoto do vaso sanitário. Sem mau cheiro ou vazamentos. Custa cerca de R$ 500, revela reportagem de Ecoa, e os moradores tocaram a obra sem dificuldade, com oficinas do Movimento Popular por Moradia. "Abrimos as três fossas no mesmo dia. Isso já tem três anos e até hoje nunca tivemos problema. Elas são bem firmes", afirma o reciclador Eliandro do Amaral. O terreno de 42 alqueires pertence à prefeitura de Curitiba e recebeu as primeiras famílias da ocupação durante a pandemia. Leia aqui. |
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