Em meio a mais uma onda de calor que castiga várias regiões brasileiras, a Organização Meteorológica Mundial, agência ligada à ONU, afirma que o ano de 2023 caminha para ser o mais quente desde que existem registros sistemáticos de temperaturas. Jamil Chade informa que o anúncio deve ser feito oficialmente no final de novembro e que nada indica que a tendência perca força. Enquanto o brasileiro das ruas sofre com o calor, Leonardo Sakamoto se pergunta: vamos aprender sobre a importância da questão climática e a urgência de mudar hábitos e posturas, ou apenas achar que "o ar-condicionado resolve tudo"? E, lembrando do caos que cidades de São Paulo enfrentaram após as chuvas e com milhares de pessoas afetadas por quedas de energia, Josias de Souza ironiza o fato de ter caído a luz na Assembleia Legislativa de São Paulo durante fala do presidente estadual da empresa Enel, responsável pelos blecautes: "A culpa é das árvores também?" Jamil Chade: ONU diz que 2023 caminha para ser o ano mais quente já registrado Leonardo Sakamoto: Calor levará Brasil a cuidar do clima ou só a desejar um ar-condicionado? Josias de Souza: Queda de energia na CPI da Enel é culpa das árvores também? Josias de Souza: Clima segue a mesma lógica do enchimento dos balões de festa Casagrande: CBF e TV Globo, é preciso mudar o horário dos jogos pela saúde dos atletas |
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