segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Resumo VEJA: Política

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VÍTIMAS DO CONFLITO
 
A família de Celeste Fishbein, de 18 anos, filha de brasileiros e que está desaparecida em Israel desde a invasão do Hamas ao país, diz estar certa de que ela foi sequestrada pelo grupo terrorista. No dia da invasão, Celeste estava na casa do namorado. Dias depois, a família encontrou registros do celular da jovem na Faixa de Gaza. Também no fim de semana, a embaixada brasileira em Israel confirmou a morte de Gavriel Yishay Barel, de 22 anos. Filho de brasileiro, ele estava na festa rave atacada pelo Hamas. No mesmo local, foram registradas outras três vítimas brasileiras. Ao todo, o conflito já matou mais de 4.150 pessoas de ambos os lados.
 
AVANÇO DA GUERRA
 
O gabinete do premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, negou ter feito um acordo com Egito e EUA para cessar-fogo no sul da Faixa de Gaza e reabrir a fronteira em Rafah. A região tem abrigado estrangeiros, inclusive brasileiros, desde quando Israel ordenou a saída de todos do norte de Gaza. No domingo, Israel decidiu retomar o fornecimento de água para a região. Já na fronteira norte de Israel, os conflitos com o Hezbollah se intensificaram, ao mesmo tempo em que o Irã alertou sobre uma escalada regional 'se as agressões não pararem'. Em entrevista, Joe Biden afirmou que uma ocupação israelense em Gaza seria 'um grande erro' e pediu a criação de corredores humanitários para a evacuação de civis.
 
O PLANO DE BARROSO
 
O ministro Luís Roberto Barroso assumiu a presidência do STF em meio a um fogo cruzado com o Congresso. Votações de temas incendiários aumentaram as críticas de políticos conservadores, que acusam o Judiciário de avançar indevidamente sobre as funções do Legislativo. Diante disso, o magistrado, como plano para distensionar as relações entre os poderes, parece ter optado por deixar temporariamente de lado as pautas progressistas e vem preferindo agir como bombeiro. Uma atitude bastante sensata diante dos inúmeros sinais bélicos que chegam ao STF disparados do outro lado da Praça dos Três Poderes. O Brasil precisa de paz.
 
AS BATALHAS DO GENERAL
 
Alvo de investigações da Polícia Federal e do Congresso, o general Walter Braga Netto, ex-ministro do governo Jair Bolsonaro e candidato a vice na chapa derrotada em 2022, tenta driblar os problemas jurídicos para disputar as eleições de 2024. Conforme mostra matéria de VEJA desta semana, o militar reformado está sendo convencido a voltar às urnas no ano que vem como o candidato do PL ao posto de prefeito do Rio de Janeiro. Antes de chegar lá, porém, Braga Netto precisará driblar algumas questões. Nos próximos dias, por exemplo, ele será intimado pela PF para depor no inquérito que investiga uma trama golpista.
 
PESQUISA SOBRE GOVERNOS
 
O levantamento feito a pedido de VEJA pelo Instituto Paraná Pesquisas que mostrou que Lula ainda governa um país dividido também revelou que o atual presidente tem levado vantagem sobre o seu antecessor na condução do país. Segundo a sondagem, 46,8% dizem que ele está fazendo um trabalho melhor que Bolsonaro, enquanto 37,9% dizem que o seu desempenho é pior - 12,7% afirmam que eles são iguais e 2,6% não souberam ou não quiseram opinar. Quando questionados se a situação financeira sua e de sua família mudou com o novo governo, 30,5% disseram que melhorou, enquanto 27% afirmaram que piorou - 41% disseram que está igual e 1,4% não souberam ou não responderam. 
 
 
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