Esta newsletter traz um resumo gratuito de conteúdo do UOL. Assinantes têm acesso à versão integral, com mais orientações. Você quer ter uma renda passiva que dure a vida toda para uma aposentadoria mais confortável? É possível conseguir isso aplicando em renda fixa, no investimento mais seguro do país, o Tesouro Direto. Segundo consultores financeiros, os títulos públicos federais possuem prazos longos, são protegidos da inflação e ainda há opções de papéis que pagam juros semestrais, ou seja, entregam uma renda de maneira regular. Uma simulação com dados deste mês mostra que é possível ter uma renda de R$ 2.000 por mês para sempre, investindo R$ 560 por 30 anos. Veja os cálculos dessa estimativa, quais são os melhores títulos para esse objetivo e como chegar lá. 4 motivos para usar o Tesouro Direto numa carteira de renda vitalícia- Baixo risco
- Aplicação de baixo valor
- Proteção contra inflação
- Pagamentos de juros semestrais
Veja aqui em detalhes os 4 motivos para usar o Tesouro Direto para montar uma carteira de longo prazo com objetivo de renda. Existem 3 tipos de títulos públicosTesouro Selic (também chamado de LFT): esse título tem um rendimento pós-fixado, ou seja, seu rendimento vai seguir a taxa básica de juros, a Selic, que hoje está em 5,25% ao ano. Tesouro prefixado (também chamados LTN e NTN-F): nesse caso, o título tem um rendimento já combinado, ou seja, o aplicador sabe na hora da aplicação exatamente quanto vai receber de juros no vencimento sem depender de nenhum outro indicador, como Selic ou inflação. Tesouro IPCA+ (também chamado NTN-B): esse título acompanha a inflação medida pelo IPCA, pagando uma taxa de juros, determinada na hora da aplicação, mais a variação do IPCA. É possível receber os juros de 2 jeitos diferentesOs títulos Tesouro Prefixado e Tesouro IPCA+ apresentam ainda uma subdivisão de acordo com a forma que pagam os rendimentos ao aplicador. Com juros semestrais: o investidor recebe os juros do dinheiro aplicado a cada seis meses. O dinheiro principal que foi investido continua lá rendendo, mas os ganhos gerados em seis meses são pagos ao investidor. Sem juros semestrais: os ganhos gerados pelos juros da aplicação vão se acumulando, e o investidor só recebe na data do vencimento, caso ele mantenha o título até essa data. Nesse caso, o bolo total cresce mais rapidamente pois os juros vão sendo calculados sobre uma base cada vez maior de dinheiro. Opções para fazer renda no futuro?Há aplicações que permitem que o investidor monte uma carteira com renda mensal, como fundos de previdência e fundos imobiliários, como você pode ver aqui. No Tesouro Direto, isso não é possível porque os juros são pagos semestralmente —e não mensalmente. A dica então é combinar papéis diferentes que pagam os juros semestrais em meses diferentes do ano. Seguindo essa estratégia e considerando os títulos que pagam juros semestrais atualmente disponíveis no Tesouro Direto, o investidor pode ter rendimentos de juros semestrais nos meses de janeiro, fevereiro, maio, julho, agosto e novembro. Veja aqui quanto pagam os diferentes títulos do Tesouro Direto com juros semestrais e os meses em que ocorrem os pagamentos dos rendimentos. Veja aqui uma simulação de quanto aplicar por mês no Tesouro Direto para ter uma renda mensal de R$ 2 mil para sempre e outras dicas. Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. Ela pode ser respondida no programa semanal Papo com Especialista, para assinantes do UOL. Assista ao vivo todas as quintas-feiras, às 15h, ou reveja os programas transmitidos. 
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário