Olá, investidor. Como vai? Em mais um dia volátil, o Ibovespa fechou ontem (16) em queda de 1,66%, a 119.180 pontos, praticamente zerando os ganhos do ano, que agora somam apenas 0,14%. As quedas nas bolsas internacionais, reflexo dos números desfavoráveis na economia chinesa, impactaram preços de empresas ligadas a commodities, como Petrobras e siderúrgicas. Ao longo do dia, o desconforto com a complexa situação fiscal brasileira derrubou ainda mais o índice. E hoje, o que esperar? Os mercados internacionais amanheceram, em sua maioria, no vermelho. A China estuda regular empresas que atuam na Internet, dificultando a competição e impondo restrições ao uso de dados dos clientes. A notícia derrubou as ações de gigantes de tecnologia como Alibaba, Tencent e Meituan. Na Europa as bolsas também operam em ligeira queda, com realização de lucros. O avanço da covid-19 pelo mundo, a regulamentação de grandes empresas na China e a retomada do Afeganistão pelo Taleban reduzem o apetite dos investidores ao risco. Como se não bastasse o cenário mundial, a PEC dos Precatórios aumenta o receio entre agentes do mercado no Brasil. Além do risco de calote por parte do governo federal, há o temor de que o Congresso, ao modificar a proposta, acentue o desarranjo fiscal. A Reforma Tributária, por sua vez, entra novamente em votação hoje sem maioria garantida e sofre resistências de governos estaduais e associações de grandes empresas. Em resumo, devemos nos preparar para mais volatilidade. No 'Investigando o Mercado' (exclusivo para assinantes do UOL Economia+): o resultado de Cemig e a venda da Oxiteno pela Ultrapar. Um abraço, Felipe Bevilacqua. Analista de Investimentos de Levante CNPI - Analista certificado pela Apimec Gestor CGA - Gestor de Fundos certificado pela Anbima Administrador de Recursos e Gestor autorizado pela CVM Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. Ainda não é assinante do UOL Economia+? Conheça as vantagens de ter o conteúdo exclusivo sobre investimentos.

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