Sim, a primeira coisa que vem na nossa cabeça quando pensamos em Olimpíadas é "competição". Porém não só de rivalidade são feitos os Jogos. Na news dessa semana trazemos algumas matérias que provam que existe amor (principalmente entre mulheres) no torneio mundial que está acontecendo em Tóquio. — Para começar, encha o seu coração de alegria e esperança com imagens de atletas do sexo feminino ajudando, apoiando e torcendo por outras mulheres durante os jogos olímpicos. Selecionamos as melhores fotos nesta lista aqui. É ou não é digno de ouro? A gente acha que sim! — E por falar em vitória, não tem como pensar em Olimpíadas e não falar da ginasta Rebeca Andrade, que fez bonito e trouxe duas medalhas para o Brasil na última semana. Contudo, Rebeca gerou debate ao se apresentar ao som do funk "Baile de Favela"; abusou ou provocação social? Falamos sobre. — Se a música escolhida por Rebeca deu o que falar, a história da ginasta também não passou batido. A primeira medalhista negra do Brasil tem origem humilde. Criada por dona Rosa, uma mãe solo, ela aprendeu desde cedo a superar desafios. Conheça melhor. — Outra mãe de campeão que merece destaque é dona Katiana. Foi ela a responsável por criar Italo Ferreira, surfista que conquistou o primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de 2021. Universa foi até o Rio Grande do Norte para conhecer a casa em que o atleta passou a infância e descobrir qual a importância das figuras femininas na vida do medalhista. Leia! — Por último: pausa nas histórias de superação para um desabafo. Não tem como falar de Olimpíadas sem citar o nome de Marta, capitã da seleção de futebol brasileiro. Até hoje, mesmo sendo a principal referência feminina do esporte, ela não ganha o mesmo tanto que seus colegas do sexo oposto. Mas por quê? A gente encerra a news com essa discussão. Nos vemos novamente na semana que vem! 
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