A diretora-executiva da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades, disse à Polícia Federal que a negociação da vacina Covaxin com o governo federal foi mais rápida do que a realizada com outros fabricantes de imunizantes contra a covid. Ela justifica o processo acelerado dizendo que o laboratório Bharat Biontech, da Índia, e a empresa intermediária aceitaram todas as condições do Ministério da Saúde. A reportagem é de Eduardo Militão, Rubens Valente e Hanrrikson de Andrade. Ela diz que não foi discutida nenhuma alteração, exclusão ou ajuste. "Então, a velocidade se deu principalmente por conta disso, pela falta da resistência da Precisa em atender às cláusulas do Ministério da Saúde." Durante todo o ano de 2020, o governo federal recusou oferta de comprar 70 milhões de doses da vacina Pfizer. Quando o caso se tornou público, o Ministério da Saúde alegou que o laboratório não aceitava a condição de não ser responsabilizado em caso de efeitos adversos do imunizante. 
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