"No final, minha família me disse: 'Sempre estivemos com você, vamos te apoiar sempre'. Este é o amor que eles me demonstram. Deve ser o maior gesto de amor, um gesto de desprendimento total, aceitar a morte de uma pessoa querida", palavras de Ana Estrada. Na semana passada, Universa compartilhou com exclusividade um depoimento de Ana Estrada, psicóloga e ativista peruana que luta na Justiça pelo direito à eutanásia. No texto, ela narra em primeira pessoa sua história, os desafios pessoais e o caminho que trilhou até chegar a decisão de que queria poder escolher entre a vida e a morte. Nesta news, reunimos textos para explicar o assunto, por que ter direito à eutanásia é uma luta que permeia o feminismo e outras questões sobre liberdade do corpo. Aí vai: - Aos 44, Ana Estrada busca na Justiça peruana o direito de escolher entre a vida e a morte. Ela é portadora de polimiosite, uma doença autoimune, incurável e progressiva. Da cama onde vive há seis anos, ela contou para Universa a sua história. "Não busco a morte, mas uma carta de liberdade", disse em depoimento exclusivo que, clicando aqui, você confere a íntegra. - Luciana Dadalto, advogada e pesquisadora, explica melhor nesta coluna opinativa como funciona a eutanásia no Brasil e como a luta de Ana Estrada é uma questão que interessa ao feminismo: "Como uma mulher que 'precisa ter a certeza de morrer para poder viver' pois sabe que 'esse inferno será eterno e que sua mente estará completamente lúcida para viver cada dor sozinha em uma cama', Ana está lutando bravamente. Viver é um direito e não um dever". Leia mais! - E por falar em direito ao corpo, nesta semana Elliot Page falou pela primeira vez sobre seu processo de transição de gênero. Em entrevista à revista "Time", ele contou detalhes da decisão: "Eu simplesmente nunca me reconheci. Por muito tempo eu não conseguia nem olhar uma foto minha". Falamos mais sobre o assunto, veja. - Já que o assunto é transição de gênero, trazemos outra matéria sobre o tema. Em entrevista exclusiva para Universa, o ator Mateus Carrieri falou sobre a história da filha de 14 anos que se descobriu trans. Acesse aqui a entrevista "14 anos é cedo para transição, mas minha filha tem meu apoio". - Para encerrar a news e ainda falando sobre diversidade, deixamos de sugestão o depoimento que Mayla Phoebe deu para Universa. A brasileira fez a cirurgia de redesignação sexual ao lado da irmã e as duas se tornaram a primeira dupla de gêmeas a fazer a cirurgia de transição de gênero no mundo. "Meu primeiro banho após a cirurgia de mudança de sexo foi mágico", disse. Confira o relato completo. Essas são as sugestões de leitura da semana. Visite o nosso site para mais conteúdos relacionados ao tema! Até breve! 
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