Você escolhe: remédio pela vida toda ou uma árvore que baixa pressão?  | Dr. Carlos Schlischka , Médico da Saúde Natural |
Olá, leitor Talvez você saiba, talvez não. Eu, que tenho quase 40 anos de prática clínica, tenho entre as minhas 17 especializações e pós-graduações a fitoterapia. A fitoterapia é o estudo das possibilidades terapêuticas que as plantas apresentam. Isso significa, por exemplo, que antes de prescrever um medicamento para uma determinada patologia, eu busco uma resposta baseada em evidências científicas nas ervas medicinais. Dificilmente você recebe a prescrição de uma planta no consultório médico, não é mesmo? E tenho certeza que nem você, nem os 36 milhões de brasileiros que, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia têm o diagnóstico de hipertensão. Pressão nas alturas é uma dor de cabeça, principalmente em tempos de pandemia. Primeiro porque é um dos fatores de risco da manifestação mais grave do coronavírus, segundo porque vez em sempre te leva pro Pronto Socorro, um lugar onde com certeza você não quer ir. A única resposta da medicina: aumentar cada vez mais a dose dos medicamentos que você toma. E aí, estudioso que sou, me deparo com levantamentos ainda mais preocupantes quando vejo os resultados das pesquisas científicas:
Porque, quando os estudos são conduzidos sem a interferência de conflitos de interesse (isso acontece quando a indústria "banca" a pesquisa), veja só os resultados que encontramos a respeito dos medicamentos prescritos para o tratamento de hipertensão: 1.Um estudo publicado pela revista médica JAMA ( Journal of the American Medical Association ) no ano de 1995 apontou que o uso de bloqueadores dos canais de cálcio (especialmente em altas doses) foi associado a um risco aumentado de infarto do miocárdio;
2.Um artigo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, reconheceu que indivíduos hipertensos tratados com betabloqueadores apresentaram riscos 28% superiores de desenvolver diabetes tipo 2; e
3.Um levantamento do Centro Médico da Universidade de Columbia, em conjunto com outras universidades, levou os médicos à conclusão de que tratamentos para pressão com medicamentos anti-hipertensivos foram associados a um risco aumentado de queda em idosos acima de 65 anos já nos primeiros 15 dias de uso.
Infarto, diabetes e queda… Sem falar que o uso de anti-hipertensivos também está associado à impotência. Eu não quero isso pra você e nem para qualquer uma das 36 milhões de pessoas com hipertensão no nosso país. Por isso, apresento uma segunda rota e, quem sabe, você não reduz a dependência de medicamentos. | | ANÚNCIO "Usei um pepino na hora H" | | Um seleto grupo de homens vêm obtendo ereções mais sólidas, longevas e totalmente naturais. O segredo passa por uma simples porção de pepino -- garanto que não é nada estranho. Trata-se de truque simples e acessível que envolve algo que certamente você tem na cozinha… Veja aqui o que é. | | |
Já ouviu falar da embaúba?  A embaúba é uma planta típica da flora da América do Sul e Central. Você já deve ter visto várias dessas árvores por aí e nem se deu conta de que ela pode te oferecer um poderoso remédio contra hipertensão. No Brasil, ela cresce espontaneamente em grandes cidades ou beiras de estrada, onde encontramos basicamente 3 espécies principais: Cecropia pachystachya, Cecropia glaziovii e Cecropia hololeuca. As folhas das três espécies podem ser usadas como tratamento para a pressão alta. Um estudo realizado pela Escola Paulista de Medicina em ratos hipertensos mostrou que o extrato de embaúba fez efeito em apenas duas semanas. O melhor é que a planta continuou fazendo efeito anti-hipertensivo por mais 60 dias após o fim do tratamento, sem consequências maléficas. Outras pesquisas demonstram que o controle de hipertensão gerado pela embaúba se deve à sua interferência na ação da adrenalina e da angiotensina. Além disso, ela também tem ação diurética. Ou seja, a embaúba tem a ação de três tipos de medicamentos sem risco de toxicidade. Isso tudo se deve à presença de alcaloides, flavonoides, taninos e glicosídeos cardiotônicos em sua composição. Essas substâncias ainda garantem à embaúba o uso como tônico cardíaco. A planta é considerada bastante segura para uso fitoterápico. Mas não deve ser usada por pessoas com pressão baixa. Por isso, converse com o profissional de saúde que te acompanha para conversar sobre a possibilidade de incluir a embaúba no seu tratamento. A melhor forma de consumi-la é por meio de extrato seco. Fale com o seu médico sobre essa opção de tratamento e apresente este material para convencê-lo. Você também pode utilizá-la por meio de chá. Anote a receita
Use uma colher de sobremesa de folhas picadas para cada xícara de água. Ferva a água e despeje sobre as folhas. Deixe em infusão por 10 minutos, coe e beba a seguir.
Atenção: eu sempre digo que, quando se trata dos fitoterápicos, a diferença entre remédio e veneno é a dose. Portanto, não ultrapasse a quantidade indicada achando que o resultado será ainda mais efetivo. |
Mais um lembrete. Eu não indico que você interrompa o uso de medicamentos abruptamente e sem o acompanhamento do seu médico.
Fale com ele sobre as opções que a saúde natural oferece. Quer mais uma dica? Para seguir essa, você não precisa nem do consentimento do seu médico: reduza o consumo de açúcar e carboidratos. Eles são muito mais responsáveis pela sua pressão alta do que o sal. Isso mesmo. Se você quer descobrir qual é a alimentação anti-hipertensiva ideal, entre para o meu grupo exclusivo do Protocolo Cardio. Saiba mais neste LINK Abraço,  | | ANÚNCIO Revelado: O "Azulzinho" Natural | | Foi descoberta nas montanhas dos Andes Peruanos uma poderosa raiz… ... capaz de ATACAR a causa das ereções fracas. Ela ainda te ajuda a ter mais libido e uma melhor performance na cama. Não à toa, ela tem sido chamada de "Viagra Vegetal". Se você quer esquentar suas noites mornas de forma natural… … e se tornar aquele homem viril e insaciável que sua mulher aguarda ansiosamente ter de volta… acesse aqui. | | |
Referências bibliográficas: - JORGE, Luzia Ilza Ferreira; MARKMAN, Blanca Elena Ortega; FERRO, Vicente de Oliveira. Elementos histológicos característicos de Cecropia pachystachya Trécul (embaúba). Rev. bras. farmacogn.,São Paulo, v. 7-8, n. 1, p. 35-40, 1998;
- JAMA. 1995 Aug 23-30;274(8):654-5
- N Engl J Med 2000; 343:580-581
- Circ Cardiovasc Qual Outcomes. 2016 May;9(3):222-9
- J Am Coll Cardiol. 2008 Dec 9;52(24):1949-56.
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