#Chamada para você

Antes, o que era cool, agora é a nossa realidade. As chamadas por videoconferência se tornaram rotina, desde o trabalho, escola e faculdade até mesmo aulas de ioga.
O Google anunciou recentemente, que os usuários que possuem contas não comerciais (gmail.com) também poderão utilizar os recursos do Google Meet (que antes era apenas para quem possuía contas no corporativo Gsuite). Essa integração do Meet com o Gmail já era prevista pela empresa, mas acabou sendo adiantada devido ao surto de coronavírus e a alta demanda pelos serviços no mundo todo. Além disso, muitas empresas estão deixando de usar o Zoom devido às questões de falta de segurança da plataforma (que não é criptografada de ponta a ponta).
Algumas melhorias já foram anunciadas pela Big Tech, e estarão disponíveis na plataforma ainda este mês. O Meet terá um display em grade que mostra até 16 pessoas por tela (o que nos remete à uma opção parecida do concorrente Zoom). Além disso, sofrerão melhorias como a qualidade do vídeo, da iluminação e a criação de uma opção de filtrar barulhos no ambiente, como portas batendo ou ruídos de teclados. Você não vai mais precisar se preocupar com o entra e sai da sua casa, já pensou?
Em paralelo, temos empresas como a Verizon, que atua no ramo de telecomunicações, querendo também entrar na dança da videochamada. Na semana passada eles anunciaram a compra da BlueJeans, startup de videoconferência. De acordo com o The Wall Street Journal, o valor da transação foi inferior a US$ 500 milhões. O deal acontece, principalmente após a pandemia, onde milhares de pessoas começaram a usar as plataformas com este serviço de forma intensiva. De acordo com a empresa, as ferramentas de videoconferência serão integradas aos produtos com tecnologia 5G, oferecidos pela Verizon.
#Ninguém solta a mão de ninguém

Estamos vendo - e sofrendo junto com - os pequenos e médio negócios, diante das dificuldades enfrentadas com a baixa no consumo devido ao isolamento social. Já falei um pouco sobre a importância e relevância dos comércios locais, e como eles impactam fortemente a nossa economia. O interessante é ver também, empresas grandes - que tem como principais clientes, médios e pequenos empreendedores - tomando ações a fim de mitigar os impactos causados pelo lockdown, e de alguma maneira, incentivar a continuação das atividades.
Muitos tiveram que mudar radicalmente o seu negócio, e isso inclui sair do ambiente físico, e ir para o virtual. Para ajudar nesta transição, o Mercado Livre vai oferecer 30% de desconto nas comissões para os novos vendedores em seu market place até o dia 30 de junho.
Outra empresa que tem se mostrado bastante preocupada em solucionar ofertas e oportunidades para os pequenos e médios negócios é o Facebook. Na semana passada, eles anunciaram que ficará ainda mais fácil para os empreendedores com contas no Instagram, compartilhar cartões-presente, pedidos de comida e até levantar algum dinheiro pelos perfis e stories.
Começando inicialmente pelos Estados Unidos e Canadá, os usuários da rede social podem compartilhar com toda sua rede e viralizar, encorajando todo mundo a também contribuir para manter os pequenos negócios em pé.
A Rappi está testando na Colombia uma nova forma de entrega. Nelas, robôs entregadores serão utilizados para evitar o contato humano. A tecnologia é da startup Kiwi, que produz esses robozinhos, e já são empregados em alguns lugares, como campus de faculdades nos Estados Unidos. A princípio, o usuário do Rappi poderá escolher se quer a entrega com o robô, ou não, na hora de finalizar o seu pedido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário