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| | | | | O Ibovespa está em baixa nesta segunda-feira (22) atingindo 157 300 pontos por volta do meio dia, com investidores cautelosos enquanto aguardam a divulgação da prévia da inflação oficial (IPCA-15) no Brasil e os dados do PIB dos Estados Unidos, ambos esperados para terça-feira. As tensões geopolíticas também pesam sobre o mercado, com os preços do petróleo em alta em meio ao clima de instabilidade entre EUA e Venezuela. O mercado está atento principalmente aos números de inflação e atividade nos EUA, que podem influenciar os rumos da bolsa e dos mercados globais. | | |
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| | | O Congresso Nacional aprovou o Orçamento de 2026, que prevê 6,5 trilhões de reais em despesas totais, incluindo 1,8 trilhão de reais destinado ao refinanciamento da dívida pública. Descontando os precatórios, o orçamento executável soma 4,7 trilhões de reais, com quase 198 bilhões de reais para investimentos e 4,5 trilhões de reais para despesas correntes. O texto final agora segue para sanção presidencial antes de entrar em vigor. | | | | |
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| | | Especialistas alertam que a União Europeia não exporta apenas produtos, mas também normas, padrões e exigências regulatórias, o que pode representar um desafio para o Brasil ao negociar o acordo do Mercosul com o bloco europeu. O agronegócio brasileiro, pode ter que se adaptar a regras europeias amplas sobre produção, rastreabilidade e governança, exigindo capacidades administrativas e técnicas significativas. O alerta de Gustavo Diniz Junqueira, colunista do site Veja Negócios e entrevistado do programa Mercado desta segunda-feira, é que aceitar o pacote regulatório recebido sem preparo pode transformar o acesso ao mercado europeu em um custo de soberania, em vez de benefício comercial. O programa Mercado, apresentado por Veruska Donato, vai ao ar de 2a a 6a feira às 10 horas. | | | | |
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| | | O Boletim Focus desta segunda-feira (22) mostrou que o mercado financeiro revisou novamente a projeção de inflação para 2025, desta vez de 4,36% para 4,33%. O relatório também ajustou projeções para índices como o IGP-M, que deve registrar deflação em 2025, e revisou estimativas de preços administrados para 2025 e 2026. A previsão de inflação (IPCA) para o próximo ano caiu para 4,06%. | | | | | | |
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