As Bolsas globais iniciam o último dia da semana em alta. As Bolsas asiáticas encerraram esta sexta-feira (14) com ganhos e, na mesma direção, estão os mercados da Europa e os índices futuros americanos. O dólar, em contrapartida, recua contra a maioria das moedas. Pesquisas eleitorais: Por aqui, o Ibovespa deve continuar apresentando pequenas variações, acompanhando as confusões entre Executivo e Judiciário, em meio a pedidos de investigações contra os institutos de pesquisas eleitorais. Na noite de quinta (13), o ministro Alexandre de Moraes, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), suspendeu um inquérito da Polícia Federal e a apuração do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Os investidores ainda estão atentos às campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), além da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de serviços prestados no país cresceu 0,7% em agosto, após o avanço de 1,3% no mês anterior. Recuperação no exterior: Mesmo com taxas de juros mais altas em grande parte do mundo gerando pressão sobre a economia global, os investidores entendem que essas altas recentes serão eficazes no combate à inflação, o que vem potencializando a recuperação dos mercados hoje. Dados dos EUA: Os investidores avaliam também nesta sexta os últimos números do sentimento do consumidor da Universidade de Michigan. As atenções também se voltam nos lucros dos grandes bancos. O JPMorgan Chase, Wells Fargo, Morgan Stanley e Citigroup divulgam seus balanços hoje. Petróleo em queda: As cotações para baixo do barril do petróleo poderão deixar as ações das empresas petroleiras da Bolsa brasileira (B3) no terreno negativo. Essa queda reflete o aumento dos estoques de petróleo e de gasolina nos EUA, e as discordâncias da Arábia Saudita e Washington quanto aos planos da Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados) de reduzir a produção. Além disso, as projeções de demanda seguem bem negativas, por consequência das expectativas de recessão global. Balanços locais: A Camil (CAML3) divulgou seus números referentes ao segundo trimestre, destacando que a contabilização da empresa é diferente porque segue o ano-safra. A receita da Camil teve alta de 21,5% na comparação com o segundo trimestre do ano passado. A companhia, no entanto, não escapou do patamar elevado das despesas e da maior taxa de juros, registrando uma queda de 11,8% no lucro líquido, para R$ 93,9 milhões. ********** Confira como foi o fechamento do dólar, do euro e da Bolsa na sexta (7) Dólar: +0,02%, R$ 5,273 Euro: -0,62%, R$ 5,123 B3 (Ibovespa): -0,46%, 114.300,09 pontos ********** NA NEWSLETTER UOL INVESTIMENTOS A newsletter UOL Investimentos fala sobre como as ações devem se comportar em meio à Copa do Mundo de 2022, no Qatar. Veja como o campeonato mexe com o mercado e as empresas e qual a melhor opção de investimento no período. Para se cadastrar e receber a newsletter semanal, clique aqui. Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. |
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