Oi, minha gente! Aqui é ela, a newsletter do TAB — o resumo dos destaques que publicamos nessa semana. E já te digo que estamos a todo vapor nas ruas, contando histórias imperdíveis. Por exemplo: você já ouviu falar no "Melzinho do Amor"? Sim, o da letra do funk. Ele é o novo sucesso da 25 de Março, mas nem tudo são flores, como a gente contou em reportagem. E mais: andamos por ruas com nomes bizarros em São Paulo, contamos as histórias do casal caça-fantasmas, as do jornal "A Sirene" e o primeiro samba de Dexter, além de acompanhar uma manhã de exercícios dos quarentões na praça Roosevelt. Tá na boca do povo Na 25 de Março, só dá ele: o "Melzinho do Amor", um produto que tem sido usado por jovens para aumentar a libido, principalmente nas festas (apesar de clandestinas, por causa da pandemia). O repórter Tiago Dias foi às ruas para mostrar a comercialização da substância que não é bebida alcoólica nem uma nova droga, exatamente -- mas é proibida pela Anvisa. Existe uma suspeita de que os sachês tragam doses não confiáveis de sildenafila, substância vasodilatadora encontrada no Viagra e genéricos, medicamentos devidamente autorizados e dedicados apenas ao público masculino. Amor sobrenatural Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença e até em aventuras sobrenaturais, Rosa Maria e João permanecem juntos. Há mais 25 anos, o casal caça fantasmas em todo tipo de local minimamente macabro: cemitérios, hospitais, hospícios desativados, prisões, edifícios, casas e até academias mal-assombradas. Tem alguma coisa estranha acontecendo? Eles vão lá checar. A repórter Marie Declercq foi até Amparo, no interior de São Paulo, para contar a história de amor e paranormalidade que rendeu seis livros sobre o assunto. Confira, clicando aqui. "Desce esse glúteo" Tem música, mas não é festa, gente sem camisa, mas não é praia. É que todo sábado de manhã, um grupo de aproximadamente 20 homens se reúne para malhar na praça Roosevelt, no centro de São Paulo. A maioria deles é gay, na faixa dos 40 anos. Eu passei uma manhã acompanhando o treino do projeto Se Vira nos 40, que acontece ao ar livre com exercícios de calistenia -- que usa o peso do corpo para aumentar a musculatura e a resistência física. É também um espaço de socialização e "uma família", como disse um dos entrevistados. Se essa rua fosse minha? O repórter Rodrigo Bertolotto percorreu ruas de São Paulo que têm nomes um tanto inusitados e que chegam a causar transtornos para quem mora nelas. É o caso da dona de casa Sandra Marques, que um dia precisou chamar a polícia por causa de um assalto, mas por causa do endereço, acharam que era trote. A casa dela fica na rua Borboletas Psicodélicas, na região do Jabaquara. Uma voz que agoniza Em Mariana (MG), após o rompimento da barragem da Samarco, Sérgio Papagaio criou "A Sirene", um jornal local voltado para as histórias das pessoas que moram na região. Desde 2016, a publicação mensal informa sobre os processos de compensação pelas perdas decorrentes do rompimento e emociona a comunidade também com os tristes relatos de quem teve a vida atingida pelo desastre em 2015. Tudo produzido com base em conversas e entrevistas presenciais. Mas com a pandemia, no entanto, "A Sirene" agoniza sem verbas, como mostra a reportagem do jornalista Leandro Aguiar. O samba da minha vida A jornalista Adriana Terra conversou com o cantor e compositor Dexter, um dos principais nomes do rap brasileiro, que acaba de lançar o seu primeiro samba autoral, "Lá de Onde eu Venho". A música é uma homenagem dele às pessoas do lugar que o criou, o Jardim Calux, em São Bernardo do Campo (SP) -- lugar que, como o samba e o rap, é sua raiz. 
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