Olá, investidor. Como vai? Em mais um dia instável e de volatilidade, o Ibovespa fechou a quinta-feira (20) em alta de 0,45 % a 117.164 pontos. Com as bolsas internacionais refletindo a maior aversão ao risco, o Ibovespa chegou a cair 1,57% durante o pregão. Recuperou-se, porém, graças à performance de ações de tecnologia e mais ligadas à economia doméstica. E hoje, o que esperar? Mais um dia de índices de ações internacionais no vermelho. A aversão ao risco se propagou e continuará ditando a direção do mercado. O Congresso chinês aprovou uma lei para proteger a privacidade de dados dos usuários. Algumas dessas medidas são comuns em outros países. A falta de maiores discussões pelo Congresso chinês, porém, gera incertezas e impactam o mercado. Na Europa, as vendas do varejo no Reino Unido em julho decepcionaram, com fraca expansão. Já na Alemanha, a inflação ao produtor continua elevada. Isso pode indicar que o crescimento no continente atingiu seu pico e a inflação europeia, até aqui sob controle, pode começar a acelerar. No Brasil, o pregão deve ser volátil, ancorado no humor dos operadores e nas perspectivas para a recuperação da economia. O cenário de estabilidade para algumas commodities, principalmente minério de ferro, pode ajudar as ações do setor, que têm sofrido correção acentuada, seguindo as cotações da commodity. Além disso, os juros longos estabilizaram no pregão de ontem, o que deve possibilitar menor pressão, mesmo que temporária, para a Bolsa. No 'Investigando o Mercado' (exclusivo para assinantes do UOL Economia+): a expansão do Mercado Livre (MELI34) no segmento de crédito e os planos de desinvestimentos da BR Distribuidora (BRDT3) Um abraço, Felipe Bevilacqua. Analista de Investimentos de Levante CNPI - Analista certificado pela Apimec Gestor CGA - Gestor de Fundos certificado pela Anbima Administrador de Recursos e Gestor autorizado pela CVM Queremos ouvir vocêTem alguma dúvida ou sugestão sobre investimentos? Mande sua pergunta para uoleconomiafinancas@uol.com.br. Ainda não é assinante do UOL Economia+? Conheça as vantagens de ter o conteúdo exclusivo sobre investimentos.

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