Nada como um pão francês quentinho para acompanhar o café com leite de todos os dias. Essa cena é bastante popular —e querida— na mesa do brasileiro. Mas o pão francês também vive dias de luta —afinal, algumas pessoas o consideram vilão da dieta e buscam outras opções de carboidrato que acham ser mais "leves", como o biscoito de água e sal. Mas essa troca não é tão vantajosa quanto pensam, já que o biscoito também é uma fonte de carboidrato de alto índice glicêmico. Na verdade, quando comparamos os dois alimentos, o pão francês acaba levando vantagem. Isso porque o pãozinho é feito com poucos ingredientes (farinha de trigo, sal, água e fermento), enquanto os biscoitos são considerados alimentos ultraprocessados e podem ter gordura vegetal, emulsificante, conservantes. E, convenhamos: nada supera a satisfação de comer um pão francês, certo? Mas o aprecie com moderação nunca é demais lembrar que, em longo prazo, a ingestão constante e exagerada de farinha branca e outros carboidratos refinados pode contribuir com a resistência à insulina e o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Pão de atum caseiroSe a ideia for variar um pouco o cardápio, especialmente no lanche da tarde, você pode ver neste link como preparar um pão de atum ou sardinha. Diferente, a receita é estratégica: usa atum ou sardinha e legumes na massa, além de aveia e chia. Tudo isso torna a receita uma boa fonte de proteínas e fibras —uma forma de saciar a fome que bate no fim da tarde, para não chegar esfomeado e exagerar no jantar. Plus: o preparo é rápido (cerca de meia hora) e ele pode ser mantido na geladeira ou congelado. Pão mofado: dá para reaproveitar?A cena já se repetiu inúmeras vezes em muitos lares mundo afora: você vai preparar o café da manhã, tira uma fatia de pão da embalagem e percebe que ele está esverdeado, com uma "penugem" por cima. Em outras palavras: o pão embolorou. Aí vem a dúvida. Há quem diga que é só tirar a parte estragada, passar na torradeira e está tudo certo. Será que pode comer mesmo assim? Não, não dá. Alguns tipos de mofo produzem micotoxinas que podem causar infecções alimentares moderadas a graves, especialmente em crianças e idosos (que possuem o sistema digestivo mais sensível). Os principais sintomas são enjoo, diarreia, náuseas e dor no estômago. Algumas pessoas podem também apresentar alergia respiratória, especialmente se tentarem cheirar o pão, aspirando partículas dele. Como não dá para saber se o tipo de fungo que está crescendo ali é perigoso ou não, o mais recomendado é assumir que ele pode ser tóxico e descartar todo o alimento. Para fazer o pão durar mais, é recomendado armazenar em local seco e em temperatura ambiente. Você também pode garantir uma vida mais longa congelando o alimento em fatias, que serão aquecidas na hora de consumir.

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