Bom dia, leitores e leitoras! Como vão as coisas nesses meados de abril? Estamos quase caminhando para o fim do mês. Hoje tem um feriadinho para dar uma respirada na rotina. Se você está à toa, me acompanha: esta semana, falamos sobre um assunto espinhoso. Mulheres desempregadas já estão recorrendo à profissão mais antiga do mundo para colocar comida na mesa em tempos de crise. Conversamos também com o "Gepeto da vida real", um médico de brinquedos de São Paulo, e uma superfã de Roberto Carlos, artista que completou 80 anos na última segunda-feira (19). Animou? Eu também! Vamos aí! Na esquinaNão é novidade que a pandemia escancarou as desigualdades sociais e elevou os níveis de pobreza e fome no país. Muita gente tem que se virar nos 30 para conseguir dar conta de colocar comida na mesa e pagar as dívidas. Entre as mulheres, o jeito foi entrar para a prostituição. O repórter Felipe Pereira conversou com duas mulheres que precisaram "cair na vida" para sustentar a família. Elas "batem ponto" nas esquinas das ruas de São Paulo e, muitas vezes, por apenas R$ 50. Leia aqui. Pais de petO leitor atento do TAB já sabe que, em 2020, virei estatística e entrei para o clube dos pais de pet da quarentena. Eu e Lena, uma viralata mais ou menos caramelo, estamos dividindo o mesmo teto desde junho do ano passado. No episódio desta semana do CAOScast, fui convidada para contar como foi a experiência da constelação sistêmica veterinária que fiz para esta reportagem. Michel Alcoforado, colunista do TAB, e sua trupe de caóticos pegaram o gancho para falar sobre a onda do mercado pet no Brasil. Ouça aqui. InterferênciasEsta semana, temos de volta o podcast Ser Sonoro no TAB. Estavam com saudades? Os novos episódios saem aos sábados. No mais recente, Fernando Cespedes fala sobre o som lo-fi, ou de "baixa-fidelidade", que explica as conexões entre a mastigação de Paul McCartney, a queda e a ascensão dos Beach Boys, a garagem dos Mutantes em São Paulo e as músicas de elevador. Ouça aqui. Vigiar e punirA essa altura da pandemia, o sonho de princesa da maior parte dos brasileiros é tomar vacina. Logo que as primeiras vacinas surgiram, um debate veio à tona: será obrigatório? O Estado pode obrigar as pessoas a se vacinarem? Na Europa, já está sendo discutido o "passaporte de vacinação", que dará passagem apenas para quem tomou o imunizante. Na seção "Tá Explicado" desta semana, a jornalista Natália Eiras conta melhor essa história. Leia aqui. A boa doutoraA região norte do país é um das mais afetadas pela pandemia. O sistema está colapsando. Em um hospital de campanha de Porto Velho, Larissa Assunção é a médica que atua na linha de frente. Sua rotina é pesada e a vida mudou por conta da pandemia, como a de muitos médicos. Mas Larissa tem apenas 26 anos e é quem coordena o hospital. E há um detalhe: Larissa é autista. Conheça sua história aqui. Sob as estrelasHá 30 anos, foi inaugurado o observatório astronômico de Diadema, em São Paulo. A cúpula fica na periferia e é representação física de como os brasileiros (governo e cidadãos) andam desrespeitando a ciência. O espaço está vandalizado e abandonado. O repórter Rodrigo Bertolotto fez uma visita ao observatório e conta aqui no TAB sua história e seu destino. Leia aqui. Samu das bonecasPinóquio tinha o sonho de ser um garoto de verdade. Leandro Capelo, 65, tinha o sonho de ser médico de verdade. Mas, para a sorte dos meninos de carne e osso, virou médico de brinquedos. Leandro herdou o Hospital das Bonecas de seu pai, que, por sua vez, o herdou de seu avô. O estabelecimento foi fundado em 1937. Com paixão, Leandro transformou a brincadeira em coisa séria, e ele se considera um "Gepeto da vida real". O lugar parece um hospital de verdade e fica em São Paulo. Sibele Oliveira visitou o hospital e contou a história de Leandro aqui no TAB. Confira. Tantas emoções?Na última segunda-feira (19) foi aniversário do Roberto Carlos. Com 80 anos de vida e mais de 60 de carreira, Robertão e suas canções — são tantas emoções! — não envelhecem. Até hoje, o rei arranca suspiros de Rosemeire Barbosa, uma professora de Piracicaba, no interior de São Paulo, que tem um cômodo inteiro em sua casa dedicado a souvenirs do rei da Jovem Guarda. Tive a oportunidade de contar a história da Rosemeire por aqui.

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