Bom dia, meus caros e minhas caras! Você já se perguntou por que treme quando ouve a vinheta do plantão da Globo? Por que, quando chega o verão, a pressão para ter um corpo de praia aumenta tanto? O que está acontecendo nos hospitais, depois de 10 meses de pandemia? Como está a noite em Manaus, desde o toque de recolher? São essas as perguntas respondidas nas reportagens desta semana. Segue aqui comigo. Pelas entranhasImagens de barracos e pessoas morando embaixo de viadutos, infelizmente, não são estranhas para quem mora em uma grande metrópole como São Paulo. Mas, para além das calçadas, há quem viva DENTRO de buracos de pontes e viadutos. O repórter Felipe Pereira conta, na reportagem especial desta semana, como é a realidade de quem vive escondido nas entranhas da cidade. São pessoas marginalizadas e esquecidas pela sociedade, com histórias tocantes a contar. Leia aqui. Corpo à vendaVem verão, vai verão, e a preocupação das mulheres é sempre a mesma: o corpo de praia. A busca por um padrão não é nenhuma novidade, mas como ela foi impactada pelo movimento de empoderamento das mulheres nos últimos anos? No episódio desta semana do CAOScast, a equipe da Consumoteca debate a inexistência do corpo perfeito. Ouça aqui. Trauma auditivoA televisão pode estar ligada na novela, na "Sessão da Tarde" ou em qualquer programa matinal. Se estiver na Rede Globo e a programação for interrompida pela musiquinha do plantão, o coração quase que para junto. Pode ser coisa boa, como a aprovação da vacina contra covid-19, mas também pode ser um desastre, como o 11 de setembro. Seja o que for, a gente treme com a vinheta do plantão. Mas por quê? Este é o assunto do segundo episódio do podcast Ser Sonoro. Ouça aqui. Vila operáriaEm 11 de janeiro, a Ford anunciou sua saída do Brasil. Quem diria que é a mesma empresa que sonhou um dia montar uma "company town" no coração da Amazônia... A cidade com estrutura invejável era o sonho de Henry Ford, mas o sonho acabou em 1945, quando um decreto governamental determinou os termos de devolução das terras e as contrapartidas. Mesmo assim, Fordlândia entrou para a história. Na seção "Tá Explicado" desta semana, Edison Veiga retrata como o projeto representou o auge do "paternalismo industrial" no Brasil. Leia aqui. Revolta 60+No final de dezembro, a prefeitura e o governo do Estado de São Paulo anunciaram o fim da gratuidade dos transportes públicos na capital paulista para quem tem de 60 a 64 anos. A medida afeta milhares de trabalhadores que saem todos os dias para garantir o sustento próprio e da família. A repórter Marie Declercq conversou com alguns idosos afetados pela cobrança da passagem e colheu relatos de ressentimento e revolta. "Vamos tocar fogo", afirmou uma das entrevistadas. Veja mais aqui. DesesperançaO horror da falta de oxigênio nos hospitais atingiu a capital do Amazonas. Na primeira noite do decreto do toque de recolher em Manaus, o jornalista Marcos Dantas percorreu 16 bairros para entender como a população estava vivenciando o caos e a tragédia. Leia o relato aqui. A temperatura do hospitalSe você é leitor antigo e fiel desta que vos escreve semanalmente, deve se lembrar do dia em que visitei a UTI do Hospital Emilio Ribas, referência em doenças infecciosas em São Paulo. Dez meses depois do início da pandemia, voltei ao hospital para sentir o clima e saber o que mudou de lá pra cá. A UTI e a enfermaria continuam com a mesma lotação desde abril de 2020: 100%. Apesar disso, com as boas notícias sobre a CoronaVac, a esperança reina. Leia aqui. PorradaterapiaUm bordão caiu na boca do povo nos anos 1970: "Boas Falas!". Com 50 anos de carreira, hoje o fonoaudiólogo Simon Wajntraub repete sua saudação icônica no YouTube. Ele é o criador da "porradaterapia", que promete desinibir tímidos que precisam falar em público. Um de seus pacientes saiu tagarelando em apenas uma consulta. Parece mentira? O repórter Paulo Sampaio conversou com o fonoaudiólogo milagreiro e te conta aqui. GTA da vida realQuando o relógio bate 20h, Francisco Carlos se torna a estrela de seu próprio reality show. Até 5h da manhã, transmite sua jornada madrugada adentro pelas ruas do Rio de Janeiro. Morador da Cidade Maravilhosa desde 2014, trabalha como motorista de aplicativo há cinco anos. Já viu Ferrari queimando no asfalto, foi abordado de fuzil, sofreu tentativa de assalto, recebe passageiros comunicativos e alguns mais calados. Seu público fiel se diverte com as fofocas. O jornalista Matias Maxx deu um rolê com o Francisco e você pode ler a história aqui.

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