Bom dia, seguimores! Acharam que não me veriam esta semana? Sentiram saudades? Cheguei no último gás da semana para te deixar por dentro do que rolou no TAB recentemente. A essa altura você já mergulhou fundo em nosso especial sobre o Futuro do Sexo, mas teve muito mais. Assunto aqui é o que não falta: de 'queernejo' a ninja na pandemia, segue comigo! Viver o sonhoImagine receber todo mês uma graninha na conta, vinda diretamente do governo. E não estou falando do auxílio emergencial ou do Bolsa Família, políticas de renda mínima para trabalhadores de baixa renda. Falo de uma renda universal, acessada por todos os cidadãos. Parece um sonho, uma realidade paralela, mas a renda básica universal já acontece em algumas cidades, e não é exatamente uma ideia nova. No "Tá Explicado" desta semana, contamos quando surgiu e como tem sido pensada a ideia de receber um dinheiro do governo para viver. Leia aqui. Fronteiras invisíveisNo país mais arrasado do mundo pela pandemia, a situação é ainda mais crítica entre os imigrantes. O premiado fotógrafo John Moore registrou o drama de uma família da Guatemala na luta contra a Covid-19. Por causa da doença, a mãe precisou passar por uma cesárea de emergência e não pôde receber seu recém-nascido no colo. Seu marido e seu filho de 7 anos também ficaram doentes. Veja a história completa aqui. Racismo na infânciaA morte do menino Miguel Otávio, de 5 anos, levantou um debate importante sobre a negligência com as crianças negras, encorada numa crença popular de que elas seriam responsáveis pelos seus próprios atos e "maduras" para ir e vir. A violência, o racismo e a desigualdade "adultizam" os jovens negros e os classificam como "crianças-problema". No ano em que vozes negras se levantaram para protestar, a história de Miguel, deixado sozinho no prédio da patroa de sua mãe, não poderia ser esquecida. Explicamos o assunto por aqui. Fé no PaiJá falamos por aqui como a pandemia mudou a realidade de rituais, das festas e até do sexo. Agora, tudo é virtual. Inclusive a manifestação da fé, seja ela qual for: evangélica, católica, espírita, umbandista... Com as igrejas e templos fechados para evitar aglomerações, líderes religiosos e fiéis passaram a pregar e a ouvir por meio de videoconferências. Nem todos os ritos são permitidos por meio da tela, mas podem aquecer o coração. Leia mais. Vem pro meu curralA música sertaneja, que praticamente exala masculinidade heterossexual, sofreu um abalo há alguns anos com o sucesso do feminejo. As mulheres tomaram o microfone e passaram a cantar seus dramas em suas próprias vozes. Mas, agora, é a vez da comunidade LGBTQ+ fazer uma moda de viola. Cantando sobre diversidade, a descoberta da sexualidade e a própria identidade de gênero, artistas homossexuais e trans conquistam espaço dentro do sertanejo com o pé na porta do armário. Conheça aqui o trabalho desses artistas. Ninja de verdadeHá muita ficção e fantasia sobre a vida dos ninjas. Guerreiros, mestres da espionagem e não tão honrosos quanto os samurais, são figuras do imaginário popular japonês. Mas, como vive um ninja no século 21? E em plena pandemia? O primeiro mestre ninja do nosso tempo já viveu no Brasil e conta aqui sua história. Mary Shelley brasileiraEm suas origens, a ficção científica nunca foi "coisa de menino". Em 1899, a cearense Emília Freitas publicou a primeira obra de ficção científica do Brasil, "A Rainha do Ignoto". O livro ficou esquecido por quase 100 anos, ganhou novas edições a partir dos anos 1980 e será, ainda em 2020, relançado. Com aventuras marítimas e reinos fantásticos, a história se passa em Areré, uma cidadezinha no interior do Ceará. Nossa colunista Lídia Zuin conta mais sobre a obra e sua autora nesta reportagem. |
Nenhum comentário:
Postar um comentário