Olá, fiel leitor! Mais uma terça-feira chegou! Já estamos no final de junho, início do inverno em terras brasileiras, e para aquecer seu coração e sua caixa de e-mails, esta é mais uma newsletter do TAB, saindo quentinha. Não está sendo fácil, a gente sabe. Na semana que passou, batemos o triste recorde de 50 mil mortos pela Covid-19. Passamos também de 1 milhão de casos da doença no país. Com o "novo normal" se desenhando, falamos sobre a telemedicina e a educação a distância ganhando espaço. Na paralela, trazemos um especial completo sobre uso medicinal de maconha. E, para falar a língua dos jovens, também temos conteúdo sobre um famoso sedutor do TikTok. Vem na minha que é sucesso! Dá barato?Maconha, marijuana, cigarrinho do diabo, verdinha, Cannabis. Seja o nome que for, ela é polêmica. O TAB especial da semana fala sobre seu uso medicinal, que vem lentamente ganhando terreno no Brasil. Coberta de tabus desde o início do século 20, a maconha ganha cada vez mais espaço na farmacopeia e vem sendo estudada como medicamento para tratar diversos males, inclusive epilepsia e dor crônica. No Brasil, o estigma ainda é forte. Entenda essa história aqui. Florentina e cloroquinaAssim como Florentina seduziu o Tiririca, a cloroquina conquistou o posto de remédio perfeito para Covid-19 no coração de algumas (poucas) pessoas. O problema é que o medicamento não tem eficácia comprovada. Mas, por que eu estava falando da Florentina, mesmo? Qual a relação entre o palhaço-cantor e deputado federal com a droga da vez? Explicamos na nossa nova seção, "Segue o Fio". Veja aqui. Diga-me o que compras...... e te direi quem és. Você é o que você consome? Para alguns especialistas, sim. A maior prova disso é que, mesmo com números alarmantes de casos de Covid-19, várias cidades determinaram a reabertura do comércio e os shopping centers aglomeraram filas e filas nas portas. Isso não é exclusividade do Brasil. Na Europa, teve gente fazendo fila para comprar iPhone em plena pandemia. Por que sair às compras é prioridade para alguns? Explicamos aqui. Alô, doutorComo uma enzima catalisadora, o novo coronavírus acelerou o processo de regulamentação da telemedicina no Brasil. Para evitar ao máximo idas aos hospitais às vezes desnecessárias, o Ministério da Saúde e o CFM (Conselho Federal de Medicina) regulamentaram a prática durante a pandemia. A expectativa é que a tecnologia se aperfeiçoe durante o período de quarentena e venha para ficar. Mas, como esse futuro se dará? Leia nesta reportagem. Cara a caraNo meio do tédio da quarentena, de repente, todo mundo começou a postar fotos de si como idosos ou do gênero oposto. O FaceApp voltou com tudo — de cara nova, sim, mas com os mesmos riscos e termos de uso. Mudar o rosto é apenas um dos vários problemas de privacidade que o aplicativo nos apresenta. Na mesma semana em que o FaceApp ressuscitou, o WhatsApp anunciou uma função de transferências e pagamento online. O que uma coisa tem a ver com a outra? Tudo: não existe almoço grátis quando o assunto é privacidade na rede. Explicamos essa história aqui. ...E o vento levou o passadoCom os protestos antirracismo ganhando força nos Estados Unidos, a plataforma de streaming HBO Max decidiu remover de seu catálogo o clássico "... E o Vento Levou", de 1939, para reapresentá-lo com um "aviso", explicando o racismo que existe na história. A decisão foi polêmica e levantou o debate sobre produtos culturais que envelhecem mal: devem ser esquecidos ou não? Leia mais aqui. Antifas BRNas últimas semanas, uma palavra ganhou notoriedade na internet e no noticiário: antifascistas. As manifestações que tomaram as ruas brasileiras levantavam a bandeira contra o fascismo no país. Mas essa luta não é nova. No "Tá Explicado" desta semana, a repórter Marie Declercq conta as origens do movimento antifascista brasileiro nos anos 1920. Leia aqui. Oi. Letícia, né?Sim, eu mesma. Mas não faço história no primeiro período nem sou do Rio de Janeiro. Mesmo assim, não passei ilesa ao meme. Se você não faz ideia do que estou falando, provavelmente é millennial ou de uma geração que veio antes. Estamos ficando velhos, por isso não sabemos quem é Mário Júnior, o sedutor do TikTok, que transformou fanfics em material audiovisual. A plataforma muda, mas a cultura adolescente, não. A jornalista Luiza Sahd conversou com o rei dos xavecos e você pode ler aqui. |
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