Caro leitor,
Leandro Narloch analisa a polêmica da semana envolvendo Eduardo Bolsonaro e o governo da China — você está convidado a ler na íntegra a coluna de Narloch: clique AQUI (aberta para todos os leitores).
Leia um trecho do artigo de Narloch:
"Coisa rara, Eduardo Bolsonaro está certo. Comparou esta semana a crise do coronavírus na China com o desastre de Chernobyl. Tanto a ditadura soviética de 1986 quanto a chinesa de 2020 tentaram esconder o problema, o que potencializou o estrago. A comparação é boa. O coronavírus é o Chernobyl do comunismo chinês…" -- para continuar lendo, clique AQUI (disponível na íntegra para todos os leitores). O artigo faz parte da edição especial da Crusoé , que apresenta um conjunto de reportagens e artigos exclusivos que iluminam as principais dúvidas e inquietações acerca da epidemia do novo coronavírus:
A reportagem de capa mostra que, com fronteiras fechadas e países em transe sob o temor de uma recessão mundial, o novo coronavírus testa os limites da globalização.
Em entrevista, o infectologista Guido Levi diz que ainda há um longo caminho pela frente no combate ao coronavírus e defende as medidas de contenção adotadas pelas autoridades até agora.
Uma reportagem traça um perfil do ministro Luiz Henrique Mandetta, que vem se destacando — positivamente — à frente do Ministério da Saúde. Mas, afinal, que político é esse?
Da Veneza sob quarentena, Diogo Mainardi descreve a experiência do confinamento, que já se estende por 20 dias na cidade italiana.
E Mario Sabino reflete sobre o sentido da epidemia e do confinamento não apenas para ele, mas para a humanidade.
É um conteúdo especial. Para um momento especial.
Comece lendo NA ÍNTEGRA o artigo sobre Eduardo Bolsonaro x China:
Um abraço, Equipes O Antagonista+ e Crusoé |
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