sábado, 21 de março de 2020

ACERVO: A terrível epidemia de gripe que matou um presidente do Brasil

Veja as notícias do passado recuperadas do arquivo O GLOBO
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RIO, 21 de março de 2020

O combate ao coronavírus leva autoridades públicas a fazer recomendações e a tomar medidas de restrição parecidas com aquelas implementadas na epidemia de gripe espanhola, em 1918, quando a doença matou cerca de 20 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, 35 mil pessoas sucumbiram à enfermidade, entre elas o então presidente eleito, Rodrigues Alves. O Acervo também relembra o  surto de malária que matou cerca de 6 mil moradores do Rio, em 1922, e o duradouro esforço contra a dengue, que provoca epidemias no Estado do Rio desde os anos 80. Boa leitura!

Coronavírus resgata restrições da época da gripe espanhola
Em 1918, Serviço Sanitário de São Paulo recomendou "higiene pessoal" e resguardo, enquanto escolas e tetros foram fechados

Surto de malária matou cerca de 6 mil cariocas, em 1922
Rio de Janeiro ficou praticamente livre da doença, que nos anos 80 ainda afligia cerca de 400 mil pessoas no Norte do Brasil

Epidemias de dengue fazem parte do cotidiano do Rio desde os anos 80
Há casos da febre transmitida pelo Aedes aegypti desde início do século XX, mas a proliferação do mosquito estourou a partir de 1981

Fotogaleria

Um ídolo brasileiro no automobilismo

Há 60 anos nascia o piloto Ayrton Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1, morto tragicamente durante prova na Itália, em 1994

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